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Nova Zelândia
- Nova Zelândia ganha cada vez mais popularidade. - [foto: Christchurchnz]

 

Mesmo com Canadá e Estados Unidos no topo da lista de países mais procurados pelos brasileiros na hora de estudar o inglês ou buscar um curso de especialização no Exterior, a Nova Zelândia começa a despontar como um dos lugares de maior interesse. Atualmente, o destino já é o quarto preferido dos brasileiros, de acordo com levantamento da Belta - Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio, melhor posicionado que Austrália e Irlanda.

A Nova Zelândia é um País completo em termos de ensino e atende a todos os principais requisitos desejados pelos brasileiros, segundo especialistas em educação da agência Experimento Intercâmbio Cultural. As oito universidades do País estão entre as 450 Melhores Universidades do Mundo no ranking britânico QS World University Ranking. Qualidade de ensino e boa relação de custo e benefício (o dólar neozelandês é 25% mais em conta que o americano) estão entre os motivos que têm incentivado o público a buscar cada vez mais programas para a Nova Zelândia.

Confira:

ECONOMIA FORTE E MOEDA ACESSÍVEL
É mais barato fazer cursos de idiomas na Nova Zelândia do que na América do Norte ou na Europa. O dólar neozelandês é uma das moedas mais baratas entre os países de língua inglesa. Atualmente, um dólar neozelandês equivale a R$ 2,40 – 25% mais barato que a cotação do dólar americano e, além disso, a Nova Zelândia é um país de economia estável, com sistema político transparente e classificada como uma das nações menos corruptas do mundo.

ESTUDO E TRABALHO
Desde 2014, estrangeiros podem obter permissão para trabalhar enquanto estudam na Nova Zelândia. Essa possibilidade não só garante uma fonte de renda, como também facilita a inserção na cultura do país, com oportunidade de entender como funciona as relações do mercado e aperfeiçoar ainda mais o inglês. Para ter a permissão de trabalho como estudante de inglês, é necessário estar matriculado em cursos com duração mínima de 14 semanas, com carga horária de 20 horas semanais, ou cursar ensino superior no País, sendo que, neste caso, também é possível trabalhar em período integral nas férias acadêmicas.

 

Lake Benmore, New Zealand
- Lake Benmore, na ilha sul. - [foto: Divulgação]

 

NATUREZA EXUBERANTE
Conhecido também pela beleza natural, que já serviu de cenário de grandes produções cinematográficas como O Senhor dos Anéis,
Avatar e O Hobbit, o local oferece praias, montanhas, florestas, fiordes, geleiras e planaltos vulcânicos das ilhas. Além disso, há muitos passeios culturais, locais
históricos e tesouros do povo Maori, o primeiro a chegar às ilhas.

BRASILEIROS NÃO PRECISAM DE VISTO
Os brasileiros que desejam viajar para o país não precisam tirar visto com antecedência para permanência de até 3 meses. Ao chegar ao país, basta o estudante provar ter condições financeiras para arcar com os custos no período desejado – mais ou menos NZD 1.250 por mês, por pessoa, em dinheiro, traveller checks ou limite de cartão de crédito. É necessário ter a passagem de volta já marcada para dentro de três meses e a reserva de hotel ou um endereço de hospedagem. Nos casos de quem deseja estudar mais do que três meses, é necessário providenciar um visto de estudante junto à embaixada.

 

Waterfront, Wellington, Nova Zelândia
- Público se diverte no Waterfront, em Wellington. - [foto:Rob Suisted / Tourism New Zealand]

 

ENSINO DE ALTO NÍVEL
Considerado um dos países com melhor qualidade de ensino, a educação na Nova Zelândia é levada a sério. Suas universidades estão classificadas entre as melhores do mundo e o alto nível do ensino é resultado de um firme controle de qualidade. Periodicamente, agências ligadas ao governo neozelandês avaliam as instituições em funcionamento. Apenas as escolas, faculdades e institutos politécnicos aprovados nessa análise podem receber estudantes internacionais.

EXCELENTE QUALIDADE DE VIDA
A Nova Zelândia também oferece excelente qualidade de vida aos seus moradores, sendo um dos países mais seguros para se viver. A baixa taxa de criminalidade, associada à economia estável fazem com que o País ganhe ainda mais atratividade entre os estudantes brasileiros. Segundo pesquisa do Deutsche Bank, que cataloga o custo de bens e serviços das maiores cidades ao redor do mundo, a capital do país, Wellington, está em primeiro lugar no ranking de melhor qualidade de vida.

 

Auckland, Nova Zelândia
- Auckland é um dos destinos mais populares. - [foto: Flickr / Elena Yanchyn]

 

AUCKLAND
Diversas cidades da Nova Zelândia caíram no gosto dos brasileiros, em especial, a cidade de Auckland. Segundo a Education New Zealand, cerca de 60% dos estrangeiros escolhem a cidade, que é o grande centro financeiro do país, para estudar. Assim como outras metrópoles, a cidade concentra diferentes etnias favorece o multiculturalismo em restaurantes, grupos musicais, feiras de artesanato presentes e outras atrações cotidianas.

CLIMA AGRADÁVEL
O clima da região, semelhante ao do Brasil, possui temperaturas bem amenas. Janeiro e fevereiro são os meses mais quentes do ano e julho e agosto, os mais gelados. No inverno, a temperatura média oscila entre 12º C e 16º C e, no verão, entre 20º C e 25º C. Durante o inverno, dá para praticar esportes de inverno, como o esqui e o snowboard. Já no verão, as praias são o atrativo.

 

Nova Zelandia
- Destino é ideal para prática de atividades físicas. - [foto: Divulgação / Tourism New Zealand]

 

INCENTIVO AO ESPORTE
Para aqueles que são fãs de esportes radicais ou caminhadas em trilhas e parques, a Nova Zelândia oferece inúmeras opções para todos os estilos de visitantes. Reconhecida mundialmente como a terra do bungee jump, a cidade de Queenstown possui mais de sete locais para saltos, com alturas variando de 41 a 134 metros. Além da modalidade, é possível fazer paraquedismo, esqui, rafting, rapel, escaladas, alpinismo, mountain bike, esportes aquáticos ou se divertir com os tradicionais rugby e cricket.

TECNOLOGIA
O território abriga instituições de renome internacional na área de pesquisa científica, sobretudo em campos como biotecnologia agrícola, genoma, biofarmacêutica e medicina diagnóstica. O incentivo ao trabalho acadêmico na área é, também, resultado da importância que o setor de tecnologia tem para a economia regional, que contribui com mais de 30 bilhões de dólares neozelandeses para o PIB nacional.

Fonte: Marcos Martins | Panrotas

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